Além da novela Novo Mundo, dois filmes e duas minisséries lançaram mão, desde 1972, dos mesmos personagens históricos. Nestes 45 anos, Pedro I, Chalaça, Carlota Joaquina e a Marquesa de Santos foram mudando de acordo com a conjuntura e com as configurações astrológicas do momento.
O casamento da mídia com a Astrologia Popular
Na segunda metade dos anos 1970 a Astrologia Popular chega de vez à TV brasileira. Vinte anos depois, será a vez da internet. Tratada como um produto lucrativo pela indústria do entretenimento, a Astrologia ganha visibilidade e desperta novos preconceitos.
Brasil: dos almanaques aos horóscopos de jornal
A Astrologia Popular – simplificada e voltada para um público pouco exigentes – ganhou sucessivos espaços no Brasil através dos almanaques, das colunas de horóscopo nos jornais e dos programas de rádio. A partir dos anos 1970, a Astrologia passa a ser, definitivamente, um produto da indústria do entretenimento.
Origem dos horóscopos nos Estados Unidos e Europa
A Astrologia é praticada há milhares de anos, mas os horóscopos de jornal, baseados em signos solares, são uma invenção muito recente. Nesta história, o empreendedorismo e o desejo de formar conhecimentos misturam-se ao charlatanismo e ao sensacionalismo.
Tarzan, Popeye, Buck Rogers e a Grande Depressão
A Grande Depressão dos anos 1930 foi amenizada, nos Estados Unidos, pelo New Deal, conjunto de políticas públicas do presidente Franklin Roosevelt. No imaginário americano, o marinheiro Popeye, Tarzan e o herói futurista Buck Rogers anteciparam diversas ações de Roosevelt.





