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Nostradamus, o mapa que explica o profeta

14/12/2025 por Carlos Hollanda

Um profeta? Um astrólogo excepcionalmente competente? Um médium? A ênfase em Júpiter, reiterada de várias formas na carta natal, é a chave para entender a capacidade de Nostradamus para investigar o futuro.
Nostradamus

No início deste século, no dia 14 de dezembro de 2003 completaram-se 500 anos do nascimento de Nostradamus, o célebre mago, médico e astrólogo francês do século XVI. Nostradamus fez previsões muito precisas em seu tempo, curou milhares de pessoas com uma medicina nem um pouco ortodoxa para sua época, foi protegido da rainha Catarina de Médici, sofreu a terrível perda de sua primeira mulher e dois filhos, mas também recebeu de herança e de amizade profundos conhecimentos sobre ocultismo, Cabalá e astrologia.

O nome e as profecias de Nostradamus foram injustamente ridicularizados na mídia no final do século passado em função da famosa quadra que fala sobre o ano de 1999, no qual supostamente ocorreria o “fim do mundo”. Acontece que Nostradamus não deve ter errado e, se o fez, foi por apenas 3 dias de diferença, conforme mostra o professor Raul Martinez em soberbo artigo publicado há alguns anos em Constelar.

Além disso, levando-se em conta o que afirma Mircea Eliade a respeito da ideia de “mundo” ou de “axis mundi” (eixo do mundo), de “fim do mundo” etc., a perda de um referencial tido como uma espécie de “centro do universo” equivale ao fim de um mundo. Este processo é muito comum em sociedades consideradas primitivas, mas tal perda de fato ocorreu com a queda das torres gêmeas, em Nova Iorque.

Este artigo não pretende discutir a famosa previsão sobre 1999, que já foi tão perfeitamente analisada e demonstrada no artigo de Raul Martinez sobre Nostradamus. O que se quer aqui é apenas apresentar algumas particularidades do mapa natal daquele sábio que, entre outras façanhas, previu com detalhes arrepiantes o dia da própria morte e as circunstâncias que envolveriam a violação de seu túmulo tempos depois.

L’an mil neuf cens nonante neuf sept mois,
Du ciel viendra un grand Roy d’effrayeur
Resusciter le grand Roy d’Angolmois,
Avant que Mars regner par bonheur.

No ano de 1999, sétimo mês,
Do céu virá um Grande Rei do Terror
Ressuscitar o Grande Rei de Angolmois,
Antes depois de Marte/março/Guerra reinar por boa hora (ou por felicidade).

(Texto da Centúria X, Quadra 72, considerada pela maioria dos intérpretes como referente a uma guerra que ocorreria na época do grande eclipse de agosto de 1999.)

O mapa de Nostradamus

O mapa de Michel de Notredame ora utilizado é o retificado pelo astrólogo Tom Howell para as 12h30, com meia hora, portanto, de diferença em relação ao horário registrado pelo pupilo de Nostradamus, Jean Aymes de Chavigny, que postulava que o nascimento de seu mestre teria ocorrido ao meio-dia (hora local). Experimentei fazer uma breve análise sobre esse mapa, demonstrando algumas facetas que talvez nos ajudem a compreender melhor seus dons.

Nostradamus, mapa retificado.

Michel de Nostradamus, mapa retificado – 14.12.1503, 12h30 LMT – St. Rémy de Provence – França – 43n47, 04e50. Observar que o calendário utilizado na época era ainda o juliano, com diferença de mais de dez dias em relação ao atual.

Nostradamus: um capricorniano. Mas, de acordo com o mapa de Howell, apesar de toda a característica tendência à realização de esforços prolongados para a construção de habilidades, de reputação, de possibilidades para a conquista de metas, o sábio francês tinha algumas características pronunciadamente jupiterianas, isto é, típicas do signo de Sagitário e seu regente. Entre essas características podemos citar a mais evidente, ao observarmos o posicionamento do Sol e de Mercúrio na casa 9.

Entre as não tão imediatamente evidentes estão Saturno, dispositor do Sol capricorniano, em Câncer, em conjunção com Júpiter. Mas, e daí? Que importa que Júpiter ou características jupiterianas no mapa desse capricorniano estejam em evidência? Acontece que um dos atributos mais importantes desses aspectos costuma estar presente no mapa de pessoas com singular capacidade de perceber a convergência de fatores aparentemente aleatórios para um dado tipo de evento ou circunstância.

É uma capacidade em geral profética, inspirada e, tal como no caso do centauro arqueiro, funciona como olhar a distância e acertar um alvo, mesmo quando tudo levava a crer que isso não seria possível.

Essa mesma capacidade de perceber convergências é comum em pessoas que têm especial tino para o setor de propaganda, que de algum modo conseguem intuir as tendências e preferências coletivas para daqui a alguns dias, meses ou anos. Ou então são visionários, especialmente se essas características típicas de fatores jupiterianos se combinam com outras de viés netuniano (ou pisciano) e uraniano (aquariano).

De fato, o mapa de Nostradamus mostra Netuno em Capricórnio, na décima casa. Angular e, portanto, em relativa evidência. Urano em Peixes não só está envolvido num grande trígono com a Lua, Júpiter e Saturno, como também realiza sextis com o Meio do Céu, com Mercúrio e com o Sol, representando uma espécie de favorecimento da reputação e do status a partir de questões vinculadas às formas uranianas de expressão.

A casa 12 de Nostradamus

Urano está, ainda, conjunto à Parte da Fortuna na casa 12. Típico do posicionamento desta parte arábica na 12 é o paradoxal processo de ascensão e conquista de benefícios em meio a uma situação crítica, sobretudo se ela envolver o sofrimento coletivo, o cerceamento de liberdades, como no caso de escravização de grupos inteiros de pessoas (comuns no tráfico negreiro do Brasil Colonial com a África) ou no caso da ditadura militar no Brasil, que teve em Chico Buarque um expoente da voz dos oprimidos.

Chico, cuja Parte da Fortuna está em Virgem e na casa 12, começou a fazer maior sucesso justamente em função da repressão política e da censura a suas músicas, tendo que atuar muito nos bastidores. Tornou-se, graças à repressão, mais forte em suas críticas, já que o povo via nelas uma alternativa para o protesto. Bastidores, aliás, é um dos significados da casa 12.

E o que isso tem a ver com Nostradamus? Ele começou a tornar-se conhecido e a ter sucesso na aplicação de seus conhecimentos médicos justamente quando, aos 22 anos, a Europa torna a ser assolada pela peste (durante grande parte de sua vida ele teve que lidar com a peste). Eis, com bastante propriedade, uma característica da Parte da Fortuna na casa 12, normalmente ligada a instituições de reclusos, como hospitais, sanatórios e penitenciárias (ou masmorras, naquela época).

Nostradamus, carta natal (horário histórico)

Michel de Nostradamus, horário registrado pelo seu pupilo, Jean Aymes de Chavigny, e tradicionalmente aceito – 14.12.1503, 12h00 LMT – St. Rémy de Provence – França – 43n47, 04e50.

Mas a casa 12 e Peixes também representam nosso vínculo com os socialmente excluídos (ou a tentativa preconceituosa de nossa sexta casa, tão seletiva e tão necessitada de ordem sobre o caos, de evitar esse vínculo).

Desde a antiguidade leprosos e doentes com outros males contagiosos são excluídos, afastados, de forma a manter o restante da sociedade livre da contaminação. Nostradamus, ao contrário, viveu bastante entre os enfermos da peste negra, aplicando seus conhecimentos médicos e de magia de cura, com ervas e com conjuros aprendidos de seus estudos de ocultismo. E passou a ser conhecido e respeitado inicialmente a partir disso.

Posteriormente, a prática astrológica e a redação das famosas centúrias, bem como diversos outros escritos com previsões, tomaram a maior parte de seu tempo.

Método de trabalho

O método de trabalho de Nostradamus incluía uma espécie de reclusão em seu sótão, entre livros, observações dos astros, cálculos e, ao que tudo indica, práticas de vidência sobre a água, associadas a transes de onde retornava com espantosas indicações. Tudo de acordo com a Parte da Fortuna na casa 12, em Peixes.

A dimensão jupiteriana de Nostradamus se revela um pouco mais quando se verifica que ele tinha no Meio do Céu (ainda considerando o horário de 12:30) as estrelas fixas Pelagus e Ascella, ambas de natureza Júpiter-Mercúrio. O texto tradicional informa que “haverá boa fortuna e felicidade”. Se estivesse conjunta à Lua, a estrela indicaria, segundo o mesmo texto, “novos e influentes amigos, presentes valiosos, amor de mulheres respeitáveis”.

Fazendo uma readaptação do texto e sabendo da natureza Júpiter-Mercúrio da estrela, podemos dizer que esse efeito é muito semelhante a um posicionamento de Júpiter na casa 10, quando o indivíduo recebe benefícios de pessoas de alta hierarquia. Uma vez que Júpiter está conjunto a Saturno, que este último rege o Meio do Céu e que se encontra em Câncer, não admira o fato da rainha Catarina de Médici tê-lo favorecido tanto ao encantar-se com seus prodígios e conhecimentos.

Pelagus (Sigma Sagittarii), por sua vez, tem, no texto tradicional, uma variedade maior de efeitos, entre eles os danosos, quando conjunta a Mercúrio. Como Nostradamus tinha Mercúrio em conjunção ao Meio do Céu, podemos cogitar a possibilidade de este planeta ter recebido da estrela a mesma característica demonstrada no texto, que é a seguinte:

Alta posição no governo, crítica popular, prosperidade, ansiedade e preocupação com doença da esposa ou da mãe.

De fato, Nostradamus perdera sua primeira esposa, fora bastante criticado e mal-visto pelo povo e pela Igreja (ao contrário das elites não eclesiásticas, que viam nele um ser no mínimo curioso e interessante).

A morte pela hidropisia

Nostradamus morreu sem violência, nas dependências de seu lar. A enciclopédia Koogan Houaiss dá a seguinte definição sobre a doença que o levou à morte:

HIDROPISIA s.f. Acumulação de um líquido aquoso nas cavidades ou tecidos do corpo. — Às vezes chamada edema, ocorre em afecções como a doença de Bright, a cirrose do fígado, a anemia, e algumas formas de doença do coração. A hidropisia é causada por distúrbios na circulação do sangue.

A hidropisia pode ter uma distribuição generalizada, ocorrendo em quase todas as partes do corpo, ou pode ser local, isto é, apresentar-se em uma parte apenas do corpo. À hidropisia geral dá-se o nome de anasarca. A hidropisia é mais comum no abdome, no peito, no encéfalo, nos rins, nas pernas e em torno dos olhos. Pode ser reconhecida pela formação de pequenas depressões que persistem quando se faz pressão sobre a parte afetada.

O grifo é deste autor, já que a doença corresponde à conjunção, presente na época do nascimento do mago, de Marte com a estrela Procyon. Sendo uma estrela de conotação marcial (Ptolomeu atribui a Procyon a natureza de Mercúrio e Marte), a combinação de seus atributos com os do planeta que rege o Ascendente é particularmente visível. Procyon, nos textos antigos, é relacionada a mordidas de cães (aliás, é a alfa da constelação do Cão Menor).

Não é relatado qualquer ataque canino a Nostradamus, mas esta não é a única atribuição da estrela. Como disse, sendo de natureza também marcial, ela potencializa o sentido do Marte do mapa ora analisado. De fato, Nostradamus enfrentou a ira da Inquisição, embora tenha recebido os favores da realeza, que contribuíram para livrá-lo de bastante encrenca.

Procyon

Procyon, na constelação do Cão Menor, é uma estrela bastante visível, nas proximidades de Sirius e de Betelgeuse.

Mas, voltando à hidropisia, falamos, acima, do Ascendente em Áries. Fazem parte das doenças típicas de Áries enfático aquelas que ocorrem na cabeça, na altura dos olhos e também aquelas que afetam o encéfalo.

Estando Marte em Câncer em conjunção com Saturno, é plausível também a ocorrência generalizada de obstruções no corpo, em especial nas partes correspondentes a Câncer: o abdome e o peito. Virgem interceptado na casa 6 e a casa 8 regida por um Marte conjunto a Saturno em Câncer indicam o estilo de morte associado a inchaços, obstruções e acúmulos. Mercúrio, regente de Virgem, está oposto a Júpiter, que participa da tripla conjunção na casa 4.

O olhar sobre os planetas trans-saturninos revela Plutão em Sagitário sendo regido por Júpiter, que, por sua vez está afetando, por conjunção com Saturno, a Marte. Esses três últimos planetas estavam retrógrados na casa 4, indicando a parte final da vida, com todas as glórias associáveis ao grande trígono, bem como o processo degenerativo da doença. Por fim, Netuno opunha-se a Marte, reiterando a tendência às debilidades supramencionadas.

Como Nostradamus possuía mais de uma estrela que correspondia a problemas visuais (inclusive Facies, de natureza Sol-Marte, sobre o Sol, em 1503), não é descartável a possibilidade de que a hidropisia tenha-lhe afetado a visão.

E quanto à sua capacidade fora do comum de fazer previsões, bem como ao talento de descrever situações cotidianas das quais não poderia saber com tantos detalhes e exatidão? Há uma passagem cômica de sua vida, extraída do livro de Erika Cheetham sobre suas centúrias, que diz o seguinte:

Um certo Senhor de Florinville, que discutia com Nostradamus sobre profecia, desafiou-lhe a testar seu dom ao dizer os destinos de dois de seus porcos. Nostradamus respondeu que o Senhor comeria o porco preto e um lobo comeria o branco. Imediatamente Florinville foi a seu cozinheiro e ordenou-lhe que cozinhasse o porco branco para o jantar daquela noite. Infelizmente, um lobo doméstico que estava ao lado dos empregados de Florinville, roubou a carne. O aterrorizado cozinheiro matou o porco preto e o serviu no jantar. Senhor de Florinville, então, disse a Nostradamus que eles havia comido o porco branco. Quando Nostradamus insistiu que fora o porco preto, o cozinheiro foi chamado e confessou o incidente.

É bem possível que Nostradamus, além de todo seu talento como médico e astrólogo, fosse médium ou sensitivo dos mais desenvolvidos. E por que essa afirmação? Como isso pode aparecer no mapa astrológico? Na verdade a definição de um talento extraordinário como o dele não é mostrado com todas as letras no mapa. É corriqueira e muito válida a afirmação de que não se tem como saber se um mapa foi montado no momento do nascimento de um ser humano ou de um animal.

Contudo, é interessante notar que em casos especiais de mediunidade existe uma frequência muito grande na presença enfática de signos do elemento Água, mais especialmente quando Netuno está posicionado com particular destaque. Além do mais há vários anos venho notando que o signo de Câncer é muito claro em mapas de médiuns talentosos estranhamente capazes de perceber nuances que uma pessoa mais objetiva teria dificuldade para perceber.

Essa faceta de Nostradamus é incrivelmente potencializada pelo Grande Trígono de Água que envolve a Lua, Urano, Júpiter, Saturno e Marte, todos eles em casas de Água.

Finalmente, o epíteto de “profeta”, recebido posteriormente, é algo que nos leva a pensar em Mercúrio conjunto ao Meio do Céu. Quem “profere” é Mercúrio, quem é a “voz dos deuses” é Mercúrio. Nostradamus realizou aquilo que seu mapa dava como potencial e parece que sabia disso.

Bibliografia:

CHEETHAM, Erika, The Man Who Saw Tomorrow – The prophecies of Nostradamus, Berkey Books, New Iork, 1981.

ROBSON, Vivian E., The fixed stars and constellations in astrology, Samuel Weiser, York Beach, 1979.

Constelar, 1998-2026: 28 anos… e contando!

Constelar ano 28

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Sobre Carlos Hollanda

Astrólogo no Rio de Janeiro, Diretor Técnico do Sinarj na gestão 2011-2014. Mestre em História Comparada e Doutor em Artes Visuais pela UFRJ. Professor e conferencista com cursos presenciais e a distância. Veja todos os artigos ou entre em contato com Carlos Hollanda.

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