Ivanka, filha mais velha do recém-eleito Donald Trump, precisa ser observada com toda a atenção. Brilhante, ambiciosa e articulada, será ela – e não a insípida Melania – a verdadeira primeira-dama dos Estados Unidos.
A Economia Mundial e Brasileira em 2017
Mauricio Bernis alerta: na economia, 2017 será tão difícil quando 2016, mas há boas oportunidades para ganhar dinheiro na Bolsa de Valores e nos investimentos lastreados pelo setor rural e imobiliário.
Argentina: entre a Terra e o Ar
O futuro da Argentina depende de como resolverá o dilema entre ser exportadora de matérias-primas ou uma economia da era da informação. O trânsitos de Plutão sobre o Fundo do Céu e a entrada de Júpiter-Saturno em Ar definirão os rumos do país até 2020.
2017: o Brasil e o fundo do poço
As perspectivas para o Brasil em 2017 não são animadoras: os trânsitos e progressões sobre o mapa da Independência, somados às condições que o país já enfrenta, prenunciam que as melhores intenções podem ficar pelo meio do caminho, incentivando aventuras autoritárias.
As quatro atitudes para 2017
O que precisamos para enfrentar 2017 de maneira mais positiva? Este vídeo relaciona quatro atitudes que permitem tirar partido das principais configurações do ano.
Chapecoense, uma Cinderela netuniana
O desastre aéreo que vitimou a equipe da Chapecoense está conectado, via Netuno, com o desastre político que a Câmara e o Senado protagonizam no dia a dia.
Muhammad Ali, da luta do século ao mal de Parkinson
Dado como decadente, Muhammad Ali protagonizou em 1974 a luta do século contra George Foreman. Recuperou o título mundial, reconciliou-se com a opinião pública, lutou até 1981 e acabou derrotado por um inimigo implacável chamado Parkinson.
Muhammad Ali, o inimigo da América
O período 1967-1973 foi crítico para o campeão mundial de pesos-pesados: com o título cassado e proibido de lutar em função de suas posições políticas, Muhammad Ali enfrenta a América e dá a volta por cima, mas sofre sua primeira derrota no ringue.
Muhammad Ali: o Islã e a glória olímpica
Entre 1959 e 1966 Muhammad Ali afirma-se como boxeador, adere ao Islamismo e conquista o ouro olímpíco. Em 1964 torna-se campeão mundial de pesos-pesados. Daí em diante, é cada vez mais um militante político, um ativista contra a guerra do Vietnã e um porta-voz da comunidade negra.
Muhammad Ali, as origens do mito
Muhammad Ali, o pugilista mais conhecido do século XX, teve envolvimento direto com as mudanças que sacudiam o mundo nos anos sessenta. Esporte, orgulho racial, religião, política, mulheres, fama e dinheiro: desvele o homem por trás do mito.
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