Encaremos a dura realidade: astrólogos ainda são vítimas de diversos preconceitos. Neste artigo vamos explorar os mais comuns, mostrando a diferença entre a realidade e as fantasias e estereótipos criados em torno de nossa mal compreendida atividade.
Comunidade profissional: o universo astrológico
O casamento da mídia com a Astrologia Popular
Na segunda metade dos anos 1970 a Astrologia Popular chega de vez à TV brasileira. Vinte anos depois, será a vez da internet. Tratada como um produto lucrativo pela indústria do entretenimento, a Astrologia ganha visibilidade e desperta novos preconceitos.
Brasil: dos almanaques aos horóscopos de jornal
A Astrologia Popular – simplificada e voltada para um público pouco exigentes – ganhou sucessivos espaços no Brasil através dos almanaques, das colunas de horóscopo nos jornais e dos programas de rádio. A partir dos anos 1970, a Astrologia passa a ser, definitivamente, um produto da indústria do entretenimento.
Origem dos horóscopos nos Estados Unidos e Europa
A Astrologia é praticada há milhares de anos, mas os horóscopos de jornal, baseados em signos solares, são uma invenção muito recente. Nesta história, o empreendedorismo e o desejo de formar conhecimentos misturam-se ao charlatanismo e ao sensacionalismo.
Os fins do mundo: previsões que não deram certo
Previsões absurdas, confusas ou irresponsáveis muitas vezes provocaram pânico, mortes e convulsão social. Reunimos uma coleção de fins do mundo que nem sempre acabaram bem para os astrólogos. Afinal, lembrar é evitar repetições.
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