Categoria: Relações Internacionais
O Brasil em Pequim
De Dimitri em Ago 4, 2008 | EmRelações Internacionais, Brasil | 1 Feedback »

A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos será no dia 08.08.2008, às 20:08h, em Pequim. Contudo, as primeiras competições terão início dois dias antes. Para análises sobre os Jogos como um evento que extrapola o próprio esporte, a Abertura é a grande referência.
Assim, quanto a uma abordagem essencialmente esportiva, mais vale o dia 06.08.2008, 17h, em Tinjian, Shenyang e Quinhuangdao quando têm início as competições de futebol feminino. Nestas cidades, respectivamente, a Argentina jogará contra o Canadá, o Brasil contra Alemanha e o Japão contra a Nova Zelândia. Ao avaliar a equipe olímpica do Brasil, faremos uso do mapa para a cidade de Shenyang. Felizmente o país está entre os quatro países que inauguram as competições, tornando o nosso trabalho mais fácil.
Bolívia
De Dimitri em Ago 1, 2008 | EmRelações Internacionais | 1 Feedback »

Há sete meses atrás (post 18/12) pudemos analisar o caso boliviano, marcado por uma divisão cada vez mais extrema em diversas esferas: étnica, regional, política e econômica. Naquela ocasião, abordávamos os percalços da nova Constituição local, cuja preparação e promulgação se desenrolaram sob profundo racha no país.
Jogos Olímpicos
De Dimitri em Jul 28, 2008 | EmRelações Internacionais | 3 feedbacks »

Os Jogos Olímpicos da era moderna nasceram em Atenas, no dia 06.04.1896, em meio a rara conjunção Netuno-Plutão em Gêmeos. Tem-se o espírito de congregação de povos e países no convívio através do esporte e na tentativa da superação das diferenças. Sem dúvida os Jogos representam uma “evolução” nas relações entre as nações, favorecendo uma maior integração global e um humanismo recíproco.
A Argentina e sua Lua Cheia
De Dimitri em Jul 19, 2008 | EmRelações Internacionais | 3 feedbacks »

Tendo tornado-se independente com uma oposição entre o Sol em Câncer e Lua em Capricórnio, a Argentina enfrentou seu maior dilema político e econômico de 2008 na madrugada da última quinta-feira, também com o Sol no Caranguejo e a Lua na Cabra.
Irã desafia o Ocidente
De Dimitri em Jul 12, 2008 | EmRelações Internacionais | Comentar »
Na semana que passou, com a conjunção exata entre Marte e Saturno em Virgem, o Irã respondeu aos testes feitos por Israel com mais de 100 aviões e às manobras estadunidenses e britânicas no Golfo Pérsico, com o lançamento de mísseis de longo alcance capazes de atingir o país judeu e até mesmo a Europa Oriental. As tensões envolvem o programa nuclear da nação muçulmana, criticado pela ONU.
A volta das hostilidades no Oriente Médio acompanha o retorno de Plutão a Sagitário, ativando o novo ciclo Júpiter-Plutão, iniciado no fim do ano passado. O Irã possui Vênus, Netuno e o MC neste signo, e a recente passagem de Plutão por aquele setor está relacionada a seu programa nuclear e, entre outros aspectos, à subida nos preços do petróleo. Naturalmente, o risco de uma guerra na região contribui para o aumento do valor do óleo.
Mapa do Brasil em 10 lições
De Dimitri em Jul 5, 2008 | EmRelações Internacionais, Brasil, Sobre a técnica | Comentar »
Na semana passada estive em Buenos Aires, para apresentar a palestra “Reflexões Astrológicas sobre a Realidade Brasileira” no XII Encuentro entre Astrologos Gente de Astrología. Lá também estavam os colegas brasileiros Carlos Hollanda, Lúcia Torres e Celisa Beranger. É nítida a crescente aproximação entre os astrólogos de ambos os países.
Meu trabalho é uma análise profunda da carta de 1822 e teve uma acolhida muito positiva entre o público presente. Os brasileiros fizeram bonito em tempos de ênfase nas casas VII e XI do país. Seguindo a tendência de maior integração do Brasil com os demais países, nossa Astrologia consolida uma ponte de valor inestimável.
Tibet: a região inóspita que faz a China balançar (Parte III)
De Dimitri em Abr 21, 2008 | EmRelações Internacionais | 1 Feedback »

Em tempos de Júpiter e Plutão em Capricórnio, nada mais natural e até mesmo inevitável os Jogos Olímpicos de Pequim se transformarem num evento cercado de questões políticas e econômicas. A mobilização internacional em torno da causa tibetana vem sendo um tormento para o Comitê de Organização dos Jogos e o governo chinês.
Tibet: a região inóspita que faz a China balançar (Parte II)
De Dimitri em Abr 15, 2008 | EmRelações Internacionais | Comentar »

Na primeira parte deste artigo analisamos a revolta tibetana de 1959 e sua importância para a compreensão da convivência forçada entre o Tibet e a China. Agora iremos nos concentrar nos episódios desencadeados pelo último 10 de março, que representa o aniversário do levante ocorrido há quase meio século.
Tibet: a região inóspita que faz a China balançar (Parte I)
De Dimitri em Abr 10, 2008 | EmRelações Internacionais | 5 feedbacks »
Um dos acontecimentos mais dramáticos dos últimos 30 dias ocorreu numa localidade relativamente remota, se estendeu e rapidamente ganhou o centro das discussões globais. Foi em Lhasa, no Tibet, onde monges protestavam no dia 10 de março contra a ocupação chinesa, em curso há quase 60 anos.

O 10 de março é considerado a “data nacional” tibetana porque, em 1959, houve um levante histórico contra a ocupação. Em 2008 –ano da olimpíada chinesa-, a data foi “comemorada” com protestos em diversas localidades do planeta, mas foi justamente em Lhasa, cidade controlada a mão-de-ferro por Pequim, onde os distúrbios se tornaram extremamente graves, gerando confrontos, mortes e destruição prolongados por dias.
Apesar da enorme censura exercida pela China, o mundo logo tomou conhecimento dos fatos e, numa espiral de críticas e indignações, fez ecoar seu repúdio à falta de respeito aos direitos humanos na potência oriental. Entenda esta história.
Plutão em Capricórnio: tendências
De Dimitri em Jan 23, 2008 | EmRelações Internacionais | Comentar »
Outra das tendências relativas ao trânsito de Plutão em Capricórnio envolve a temática da autoridade. Neste recorte específico tem lugar o caso da Rússia contemporânea, cuja população historicamente submeteu-se e foi submetida a regimes com forte ênfase na autoridade e na centralização, através de um prisma essencialmente monolítico.
A nova Rússia, surgida durante o encontro dos ciclos Saturno-Urano, Saturno-Netuno e Urano-Netuno em Capricórnio, tem cada vez mais atrelado seu destino ao líder Vladímir Putin, que detém grandes índices de popularidade há vários anos. A justificativa do povo russo em apoiar a concentração de poder nas mãos de Putin é a “governabilidade”, algo muito caro ao signo de Capricórnio.
Diante da verdadeira sociedade subterrânea que domina a cena russa através dos tentáculos de sua grande e complexa máfia, os russos entendem que, sem Putin, a vida seria um caos. Junte-se a isto, naturalmente, o incrível desempenho econômico que o país vem conquistando sob a sua administração.
A Rússia é, portanto, um interessante laboratório de observações acerca da transição de Plutão em Sagitário para Capricórnio. Os trânsitos de Plutão em Sagitário, Netuno em Aquário e Urano em Peixes vêm tendo como uma de suas marcas fundamentais a infiltração de elementos hostis aos governos, aos órgãos controladores e aos processos formais, favorecendo reações contra forças sociais que ameaçam a “ordem” e o “sistema”. Outro país é um excelente exemplo, a China, com sua sociedade controlada pelo Partido e o Exército, pilares vitais para que ela chegasse à vanguarda da corrida econômica justamente agora que Plutão chega a Capricórnio. Em se tratando de Plutão em Capricórnio, “tamanho é documento” e convém não esquecer que a nova superpotência tem a maior população do planeta.
Quanto ao Brasil, é importante ter em mente que a popularidade do presidente Lula vem sendo um formidável alicerce de estabilidade política, mas nada garante que esta legitimidade quase cega seja estendida ao seu sucessor. Fatores como violência e corrupção podem, num futuro talvez nem tão distante, levar a população brasileira a clamar por regimes e/ou políticas mais rígidas. Pesquisas indicam que na América Latina, como um todo, a democracia vem sendo cada vez mais um modelo pelo qual as pessoas têm indiferença, associando-a inclusive à corrupção.
Por outro lado, o último trânsito de Plutão em Capricórnio nos deu a primeira república moderna, os Estados Unidos. Seríamos capazes agora de criar novas formas de organização social e política? Partiremos para a governança global? Reviveremos o caudilhismo? São questões muito pertinentes, pois envolvem fenômenos já em curso.
Muhammad Ali-Haj (2ª Parte)
De Dimitri em Jan 20, 2008 | EmRelações Internacionais | 1 Feedback »
7. Ali X EUA
8. A Reconcialiação e o Retorno
9. Lutando em Família
10. Novamente Campeão do Mundo
11. Ali, Astro do Cinema
12. Aposentadoria
13. O Mal de Parkinson

Muhammad Ali-Haj (1ª Parte)
De Dimitri em Jan 17, 2008 | EmRelações Internacionais | 4 feedbacks »

1. Introdução
2. Ali, Plutão e os EUA
3. Origens
4. O Islã e a Glória Olímpica
5. Clay Campeão do Mundo... Clay?
6. O Primeiro Casamento
Muhammad Ali é o perfil analisado por Política & Sociedade este mês. O motivo é simples: o ex-pugilista possui uma personalidade extremamente complexa e teve envolvimento direto com as mudanças que sacudiam o mundo nos anos sessenta. Esporte, orgulho racial, religião, política, mulheres, fama e dinheiro: desvele o homem por trás do mito.
Plutão em Capricórnio: tendências
De Dimitri em Jan 9, 2008 | EmRelações Internacionais, Brasil | 5 feedbacks »

É praticamente uma unanimidade entre os astrólogos de que o trânsito de Plutão pelo signo de Capricórnio marcará grandes transformações políticas e econômicas. Por tratar-se de um signo que compõe o eixo central da mandala astrológica junto com Áries, Câncer e Libra, a passagem de Plutão por Capricórnio promete impactos na organização do mundo de modo geral.
Como 2008 é um ano de ênfase no elemento Terra depois do ingresso de Júpiter em Capricórnio e de Saturno em Virgem, a linha impressa por Plutão em Capricórnio [o trânsito tem início no final de janeiro] torna-se mais nítida e seus efeitos mais concretos.
Um claro exemplo destas transformações vem ocorrendo na França. O presidente Nicolas Sarkozy anunciou recentemente que seus ministros serão submetidos a uma avaliação de resultados feita por uma empresa privada que irá estabelecer metas de desempenho e objetivos para cada área de seu governo. Assim, vislumbramos uma das tendências de Plutão em Capricórnio: a gestão do Estado nos moldes de uma empresa privada.
Tendo como países pioneiros Austrália, Nova Zelândia e Holanda, a organização do governo como uma empresa é uma perspectiva cada vez mais evidente nos chamados países desenvolvidos. A legislação destes países vem exigindo a produção de resultados, tendo como mote a idéia de administrar seus respectivos governos como entidades privadas onde a burocracia, a ineficiência e a falta de controle das finanças públicas são substituídas pela busca de resultados, gestões eficientes e o controle rigoroso das despesas.
Na Nova Zelândia, ao contrário do que está ocorrendo na França, a empresa de auditoria de que controla o governo local é uma instituição governamental, e não privada. Todavia, pouco importa se o órgão que fiscaliza o governo e seus ministros é público ou não: o realmente significativo é a criação de meios para validar/invalidar os resultados alcançados pelas administrações locais e para compará-los com os compromissos assumidos pelos respectivos governos no início da cada ano.
O Brasil é um país que desperdiça muitos recursos, onde o governo muitas vezes diz uma coisa e faz outra (vide o recente aumento de impostos). Seria de bom grado que passássemos a nos orientar segundo estes novos preceitos de gestão? Posto que nas democracias republicanas os mandatos presidenciais são relativamente curtos e as alternâncias de poder representam muitas vezes uma forma de desconstrução do que vinha sendo feito, este tipo de orientação poderá ser uma das vertentes do pragmatismo de poder de Plutão em Capricórnio. Discutiremos as demais vertentes nas próximas semanas.
Bolívia dividida
De Dimitri em Dez 18, 2007 | EmRelações Internacionais | 2 feedbacks »

Após o equilíbrio político na Venezuela ter se estabilizado um pouco com a derrota de Hugo Chávez no referendo do início do mês, a Bolívia passou a ser o quadro mais dramático do continente. Lá, simplesmente o governo fez a Constituição num quartel depois bloqueou o acesso dos constituintes de oposição para as sessões intermediárias num palácio do país e, pra piorar, existe uma profunda divisão étnica e regional.
Especial Venezuela (parte I)
De Dimitri em Nov 28, 2007 | EmRelações Internacionais | Comentar »
1. ALIADO ABANDONA O BARCO
2. CHÁVEZ NO ATAQUE
3. UM ECLIPSE NO HORIZONTE
4. CHÁVEZ E ALVARO URIBE
5. REFORMA EDUCACIONAL PARA UMA "ESPARTA" DO SÉC. XXI
6. RECORDE EM "ALÔ PRESIDENTE"
7. AMEAÇA ÀS "OLIGARQUIAS BOLIVIANAS"
8. COMEÇA A CAMPANHA

Hugo Chávez segue sua Revolução Bolivariana criando mais polêmicas dentro e fora da própria Venezuela. No próximo dia 02 de dezembro, mais um dos referendos que vêm legitimando a acelerada transformação do país terá vez. Acompanhe aqui os fatos recentes envolvendo o presidente venezuelano, cuja sorte de seu projeto de poder será decidida em poucos dias.
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Especial Venezuela (parte II)
De Dimitri em Nov 28, 2007 | EmRelações Internacionais | Comentar »
9. "POR QUÉ NO TE CALLAS?"
10. UM PODER SUSTENTADO PELO PETRÓLEO
11. DISSIDÊNCIAS
12. MÍDIA: O MAIOR INIMIGO INTERNO
13. AINDA O PETRÓLEO
14. O ROMPIMENTO COM URIBE
15. A RETA FINAL

Em uma Reunião de Cúpula Ibero-Americana realizada em Santiago do Chile, ataques de Chávez ao ex-presidente do governo espanhol José Maria Aznar criaram enorme embaraço. O líder bolivariano acusou Aznar de fascista e rascista, além de uma suposta participação na tentativa de golpe contra ele em abril de 2002, chegando inclusive a insinuar a conivência do rei da Espanha, também presente à reunião.
Júpiter, Plutão e a Questão Energética
De Dimitri em Nov 16, 2007 | EmRelações Internacionais, Brasil | Comentar »

Agora que Júpiter domiciliado intensifica sua conjunção com Plutão em Sagitário, marcando praticamente a despedida deste último rumo ao ingresso em Capricórnio [uma conjunção especial, tanto pelo domicílio de Júpiter como pelo potencial que a própria conjunção tem em dar um “grand finale” ao trânsito de Plutão pelo Centauro], já podemos perceber uma série de eventos simbolizados pelo encontro dos dois, nos fatos que vêm ocorrendo ao longo do cotidiano. Mas gostaria de chamar atenção para a “questão energética”, em especial o Petróleo.
Colômbia segue os passos de Chávez
De Dimitri em Nov 6, 2007 | EmRelações Internacionais | 2 feedbacks »

A Colômbia, ou melhor, o atual governo colombiano, também cogita mudar o jogo. À semelhança da vizinha Venezuela, que parte para a mudança constitucional que permitirá a reeleição indefinida, Álvaro Uribe já começou a corrida pelo terceiro mandato.
40 anos da morte de Che Guevara (2ª Parte)
De Dimitri em Out 23, 2007 | EmRelações Internacionais | Comentar »
Che no Brasil
A Crise dos Mísseis
Transtornos Políticos e Familiares: Che é um perigo
Um Comandante cada vez mais radical
Símbolo Sexual

Um aspecto muito importante envolvendo Che Guevara e a Revolução Cubana é que ele assumiu quase que exclusivamente as relações da ilha com o mundo exterior. Levando-se em conta que Júpiter [dispositor da casa IX] tem destaque em seu mapa natal e Saturno, radical na casa IX, transitava pela casa X, nota-se a freqüência e o caráter crucial de suas viagens e negociações internacionais. Este fato terá íntimas conseqüências, por exemplo, sobre as relações com os Estados Unidos e a União Soviética.
Representando o governo cubano, Che Guevara visitou diversos países do Terceiro Mundo, constatando que o principal problema das nações subdesenvolvidas da África, Ásia e América Latina era a espoliação imperialista dos países desenvolvidos, sobretudo dos Estados Unidos.
40 anos da morte de Che Guevara (1ª Parte)
De Dimitri em Out 18, 2007 | EmRelações Internacionais | 16 feedbacks »
ATENÇÃO: IMPORTANTES INFORMAÇÕES DE CARÁTER COMPLEMENTAR VÊM SENDO ADICIONADAS A ESTE ARTIGO.
"Iniciação" numa Motocicleta
A Aproximação com os Irmãos Castro
A Luta Armada
Che e o Poder

Há 40 anos morria Ernesto Guevara, o “Che”. Assassinado num povoado boliviano por boinas verdes, tinha então 39 anos de idade. O mito criado em torno de sua trajetória revolucionária é tão grande que inúmeras e contraditórias apropriações têm sido feitas por diversos segmentos desde então. Debrucemo-nos, pois, na carta astrológica desta que é uma das maiores personalidades latino-americanas.
Um espaço para discutir as grandes questões do Brasil e do mundo com as técnicas da Astrologia Coletiva. Quem pilota o blog é o astrólogo e antropólogo Dimitri Camiloto, do Rio de Janeiro.